Polícia apreende menor na Zona Norte do Rio, que planejava ataque a escola inspirado em Columbine

Com uma arma em mãos, ele tinha definido o ataque para a próxima quarta-feira, dia que completa 20 anos do massacre em Columbine, nos Estados Unidos, que acabou com 15 mortos, incluindo os assassinos, e mais de 20 feridos

Via: IG

Delegacia da Praça da Bandeira apreendeu menor no Morro da Providência que planejava ataque a escola

Delegacia da Praça da Bandeira apreendeu menor no Morro da Providência que planejava ataque a escola – Reprodução Google Maps

Rio – Policiais da 18ª DP apreenderam um adolescente de 16 anos que planejava um atentado contra alunos de uma escola da Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio. Com uma arma em mãos, ele tinha definido o ataque para a próxima quarta-feira, dia que completa 20 anos do massacre em Columbine, nos Estados Unidos, que acabou com 15 mortos, incluindo os assassinos, e mais de 20 feridos.

A ação para apreensão ocorreu no Morro da Providência, na Região Central do Rio, e mobilizou a delegacia da Praça da Bandeira com o apoio de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e um helicóptero. Contra o menor foi cumprido um mandado de apreensão pelos fatos análogos aos crimes de associação criminosa, posse de arma e ameaça. A denúncia contra o adolescente foi feita pela direção da escola, onde ele estudava e teria sido expulso. Segundo informações, ele vinha conversando com outros alunos e, nas mensagens, dizia que cometeria um atentado no seu antigo colégio

Com base nas conversas e imagens das redes sociais que confirmavam o fato, a delegacia abriu uma investigação em caráter de urgência e requereu o mandado de busca e apreensão do menor, computadores e celulares, deferido no plantão Judiciário.

Nas conversas, o adolescente se exibia na Internet, mostrava uma arma que usaria no crime e até detalhes do ataque, dizendo que não acabaria como os assassinos de Suzano, interior de São Paulo, que se suicidaram, por já tinha sua rota de fuga. A polícia diz que ele navegava pela Deep Web (Internet Profunda) e acessava fóruns em que eram discutidos atentados em escolas.

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